My Dear friends

This site not work anymore .I have a new site and you can go there visit me. I dont go put more post here anymore ... If you like this blog go there .. I will be there for you ... Olá meus queridos amigos ... agora tenho um novo blog Este site nao funcionará mais , tive alguns problemas. Agora tenho um novo endereco de blog. Nao irei mais colocar post neste blog .. Todas as atualizacoes e novidades estarao no outro endereco .. Acessem... estarei lá pra vcssss Se vcs gostaram desse blog irao amar o outro .. mais atualizado e lindo ... Vamos láaaa .... visitem-me lá .. Beijinhos Lili

Tank for everything !!!

melldesofia.blogspot.com

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Brasileiros pesquisam na Antártida 'mutações' causadas pelo aquecimento


ciência e saúde / aquecimento global

14/12/09

Brasileiros pesquisam na Antártida 'mutações' causadas pelo aquecimento

Alta de temperatura na Península Antártica é 3,75 vezes maior que a média.
Impacto ecológico da própria base brasileira também é objeto de estudo.

Hellen Santos
Da TV Vanguarda, na Estação Antártica Comandante Ferraz

Cientista da UERJ avalia impacto de material particulado expelido pelos geradores de energia da base, que anualmente queima 320 mil litros de combustível, e por seu incinerador de lixo (Foto: Hellen Santos/TV Vanguarda)

Nós utilizamos informações dessa região como se ela fosse um laboratório. Em nosso caso, queremos entender como um eventual aumento da temperatura da água e diminuição da salinidade poderiam estar mexendo com o metabolismo desses peixes"

A cada ano, cerca de 70 pesquisadores passam pela Estação Antártica Comandante Ferraz, a base científica brasileira no continente gelado. Ferraz fica na Ilha Rei George, no Arquipélago das Shetlands do Sul. É o conjunto de ilhas antárticas mais próximo do continente americano e, apesar de não estar em solo continental, tem uma localização privilegiada para o estudo das mudanças climáticas. A região da Península Antártica é uma das que mais aqueceu nos últimos 50 anos, 3 graus a mais, contra 0,8 no restante do mundo. Com esse cenário, as pesquisas desenvolvidas atualmente pelo Brasil têm dois focos principais: as mudanças climáticas e o impacto provocado pela própria estação no ambiente local.



Uma pesquisa da Universidade Federal do Paraná, em parceria com a Universidade de Taubaté, analisa peixes da Baía do Almirantado. Entre as variáveis analisadas estão alterações que podem surgir nos animais em decorrência do aumento da temperatura. Os biólogos Edson Rodrigues e Lucélia Donatti fazem experimentos com água a 0°C, normal para a região, e a 4°C, simulando um aquecimento. “Nós utilizamos informações dessa região como se ela fosse um laboratório. Em nosso caso, queremos entender como um eventual aumento da temperatura da água e diminuição da salinidade poderiam estar mexendo com o metabolismo desses peixes”, diz Rodrigues.
70 cientistas brasileiros passam pela Comandante Ferraz a cada ano

Já o doutorando do departamento de biofísica da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, Eduardo Delfino, quer descobrir as concentrações de black carbon nos arredores da estação. O material particulado é expelido pelos geradores de energia, que anualmente queima 320 mil litros de combustível, e pelo incinerador de lixo da base. “O black carbon pode ser transportado por longas distâncias, e estudos recentes mostram que sua deposição em geleiras pode acelerar o derretimento do gelo”, analisa Delfino.



Só o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, o Inpe, controla três laboratórios de medições meteorológicas e atmosféricas na estação, todos instalados em contêineres, como o prédio principal. O laboratório de meteorologia, por exemplo, envia dados em tempo real para a sede do Inpe, em São José dos Campos. São números de temperatura, velocidade do vento, umidade e acumulação de neve, entre outros, que abastecem uma página da internet e dão subsídio a outros grupos que pesquisam o impacto das alterações climáticas em plantas e animais.



No quesito meio ambiente, a estação científica brasileira marca pontos na gestão do lixo. Por exigência do Tratado Antártico, que rege as atividades na região, é proibido deixar resíduos na Antártida. Com isso, todo o lixo produzido aqui é rigorosamente separado, embalado e enviado de navio para o Rio de Janeiro, onde os materiais recicláveis são encaminhados para o reaproveitamento.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Minha lista de blogs