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terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Canada




















Toronto: Capital cultural do Canadá

Toronto é a maior cidade do Canadá, e a capital da província de Ontário. Situa-se na margem norte do Lago Ontário. A cidade de Toronto propriamente dita possui aproximadamente 2,5 milhões de habitantes, com 6,1 milhões de habitantes em sua região metropolitana. Toronto é considerada uma das cidades mais dinâmicas da América do Norte, atraindo milhares de imigrantes anualmente, desde a década de 1850.

Toronto é conhecida como o "motor da economia do Canadá", e é considerada uma cidade global beta, exercendo significativa influência a nível regional, nacional e internacional. Toronto é o centro financeiro do Canadá, bem como um dos principais centros culturais e científicos. Toronto é o maior pólo industrial, financeiro e de telecomunicações do Canadá. A cidade possui uma das economias mais diversificadas da América do Norte, com a maior concentração de sedes de empresas, instituições culturais e a maior comunidade artística do país.

Em janeiro de 2005, Toronto foi escolhida pelo governo canadense como uma das capitais culturais do Canadá. Toronto possui um dos melhores padrões de vida da América do Norte, sendo considerada por muitos como uma das melhores metrópoles do mundo para se viver.

Toronto é uma das cidades mais seguras do continente americano - sua taxa de criminalidade é menor do que qualquer grande cidade americana, e uma das menores do Canadá.

Clima
Toronto possui um clima temperado, com quatro estações bem definidas, sendo quente e úmido no verão e frio e seco no inverno. No inverno, a média das mínimas é de -6,6ºC, e a média das máximas, de 0°C. No verão, a média das mínimas é de 15,5°C, e a média das máximas, de 26°C.

Mídia
Em anos recentes, a cidade de Toronto tornou-se um dos centros da indústria cinematográfia do Canadá, juntamente com Vancouver, e um dos maiores da América do Norte, por causa do baixo preço na produção de filmes e shows de televisão no Canadá, em relação aos Estados Unidos. As ruas da cidade e seus monumentos podem ser vistos em uma variedade de filmes, que mimicam as ruas de grandes cidades americanas tais como Chicago e Nova Iorque. Toronto produz mais filmes e programas de televisão do que qualquer outra cidade das Américas, com exceção de Los Angeles e Nova Iorque.
Toronto é um grande centro turístico, contendo uma rica variedade de atrações, entre as mais conhecidas, estão a CN Tower, a mais alta estrutura do mundo (embora não seja considerado um edifício), e o ROM (Royal Ontario Museum), com suas mais seis milhões de peças que o tornam o maior museu do Canadá. Outras grandes atrações conhecidas incluem, a Casa Loma, edificada em 1911, conhecida por ter 98 quartos. Para a sua construção, foram investidos 3,5 milhões de dólares canadenses. O Art Gallery of Ontario, inaugurado em 1900 possui uma das mais extensas coleções de arte moderna do Canadá.

A cidade possui grandes shoppings, onde o nome mais famoso é o Eaton Centre (foto abaixo).
Entre outros lugares famosos no turismo estão incluídos o Fort York, o Queen's Park, o George R. Gardiner Museum of Ceramic Art, The Bata Shoe Museu, o Yorkville, o Centro de Toronto, a Universidade de Toronto, a Prefeitura entre outros.

Arquitetura
A arquitetura dos prédios e edifícios de Toronto é primariamente contemporânea, embora alguns pontos de interesse mais antigos tenham uma arquitetura baseada no estilo gótico ou no estilo Art Déco. O céu de Toronto é dominado por grandes arranha-céus. Toronto é a cidade com mais grandes arranha-céus em desenvolvimento e construção de todo o hemisfério ocidental.

Moderna
A Torre CN, o principal cartão-postal da cidade, e a estrutura mais alta do mundo, não sustentada por cabos e em terra firme, com seus 553 metros de altura. Localizada no centro da cidade, perto do litoral, atrai milhões de turistas por ano. Foi inaugurada em 1976.
Artes
O Royal Ontario Museum é o maior museu do Canadá. Exibe ao público primariamente obras arqueológicas e paleontológicas. Possui uma das mais renomeadas coleções de objetos chineses antigos.

O Art Gallery of Toronto abriga várias pinturas e esculturas feitas por artistas de renome internacional, tais como Henry Moore.
O Ontario Science Center é um museu que lida com ciências e tecnologia. Está voltado especialmente para crianças.

A região metropolitana de Toronto é o terceiro maior centro do teatro anglófono do mundo, perdendo apenas para Nova Iorque e Londres, com mais de 90 teatros espalhados pela metrópole. Vários teatros de renome estão localizados em Toronto, e várias companhias teatrais do Canadá estão sediadas na cidade.

A National Ballet of Canada, o grupo de balé mais renomeado do Canadá, está sediada em Toronto. A maioria das apresentações do grupo são realizadas no Hummingbird Centre.

A Canadian Opera Company, a principal ópera do país, está também sediada no Hummingbird Centre.

No total, a cidade possui mais de 50 companhias de balé e dança, seis companhias de ópera, e duas orquestras sinfônicas.


Como é lindo o Canadá

Com um litoral imenso o Canadá é banhado por 3 oceanos: Atlântico, Pacífico e Ártico. Conhecer o Canadá de costa a costa é algo que encanta e fascina. A natureza exuberante, a qualidade de vida, e um povo muito amigável fazem do país uma atração muito especial.

A melhor época para visitá-lo é de maio a setembro, porém, para quem gosta de frio e esportes de inverno os outros meses são boas opções. Visitamos o Canadá no mês de setembro. Nosso roteiro teve início pela cidade de Toronto capital da Província de Ontário e maior cidade canadense. Era o início do outono e tivemos a oportunidade de presenciar e admirar um espetáculo natural, único. Por uma especial composição do solo na região, as folhas se tingem de uma gama infinita entre o marron, o vermelho e o amarelo, numa mestiçagem de cores de uma beleza fantástica e indescritível.

A rede hoteleira é de primeira qualidade e os vinte dias que desfrutamos do nosso passeio ficamos hospedados em hotéis castelos de grande e surpreendente beleza, com toda uma infraestrutura de serviços, perfeita. Os canadenses amam castelos.

Em Toronto tivemos a oportunidade de visitar o famoso Eaton Centro com suas 350 lojas e o centro subterrâneo com seus 30 quilômetros de ruas interligadas para pedestres, divididas em centro empresariais, mantidas por grandes empresas e bancos. A cidade tratou de construir isso devido ao rigor do inverno canadense, para que sua vida intensa não pare.

Um passeio pela "Cidade de Vidro e Aço" incluiu o "New City Hall", que marca a era moderna da cidade, o imponente Parlamento, o "Osgood Hall", a Universidade, a casa Loma, com seus 98 quartos, que é um castelo construído pelo excêntrico milionário Henri Pellas antes de sua falência, o "Sky Dome" que é um estádio com teto retrátil. Moderno e arrojado, é palco de shows e templo de esportes. A "CN Tower", a torre mais alta do mundo, segundo os habitantes do lugar, (550m), onde fizemos uma parada para uma visita à imponente construção que é um dos pontos mais visitados, recebendo anualmente, 1,8 milhões de pessoas. Seu restaurante giratório e seus dois decks de observação apresentam as melhores vistas da cidade e do Lago Ontário. O mais impressionante, é o "Glass Floor", onde o visitante pode ficar de pé sobre uma plataforma de vidro a 342 metros de altura. Almoçamos na cobertura giratória do "Revolving Restaurant", onde nos deliciamos com saborosos pratos de peixes e frutos do mar. Fiquei tão embevecida com cenário tão encantador que o grupo desceu para retornar ao ônibus que nos levaria dali para curtir às belezas das Cataratas, que me senti perdida. Reencontramo-nos e após duas horas de viagem através dos campos de Toronto alcançamos as famosas "Niagaras Falls" (Cataratas de Niagaras). Podem perder em beleza para as cataratas de Iguaçu, mas é imbatível a infraestrutura montada para permitir a visão mais segura e próxima possível e de vários ângulos; dos mirantes cuidadosamente instalados, dos barcos , do alto de uma torre, voando de helicóptero, ou das mesas de um restaurante incrivelmente perto das águas. Uma das maneiras mais excitantes de admirar o espetáculo é "misturar-se" a ele, nos decks do barco "Maid of the Mist".

O que mais me impressionou foram as cores do Arco-Iris atravessando de um lado a outro a grande profusão da massa líquida que desaba das montanhas em verdadeiro estouro. O lado canadense de Niagara é maior e mais bonito que o do lado dos Estados Unidos. Além das cataratas, emociona ver a limpeza e os muitos jardins floridos. Dos 15 mil empregados da administradora da área, metade são jardineiros.

Fizemos uma panorâmica pelo Parque da Rainha Vitória, visitamos o Relógio das Flores, a Escola de Horticultura e um giro rápido pela pitoresca cidade de Niagara-on-the-Lake, charmosa, uma das mais belas cidades da região, com ruas largas e casarões antigos, em estilo vitoriano, seus belos jardins mantidos pelos cerca de 3.000 habitantes.

Na língua dos índios "huron", Toronto quer dizer "lugar de encontro". Durante alguns séculos, a cidade parecia calma e conservadora na costa leste do Canadá, tipicamente anglo-saxã. Porém, nas últimas décadas, tornou-se a metrópole que mais concentra a maior diversidade étnica do planeta. A pesquisa é da ONU que diz que na capital da Província de Ontário convivem harmoniosamente representantes de 80 culturas, falando mais de cem línguas e praticando 25 religiões. Até a colônia brasileira está presente com mais de 7.000 habitantes.

Seus magníficos museus são uma viagem à parte.As peças musicais , shows e óperas apresentados em seus teatros são conhecidos no circuito mundial - está apenas atrás de Nova York e Inglaterra. Os torontonianos, cultivam hábitos bastante diurnos. Os bares fecham à uma hora da manhã e a maioria dos restaurantes acompanha o horário, que ainda coincide com o término das operações do metrô.

De Toronto partimos em direção à encantadora e especial cidade de Kingston que está localizada na parte sudoeste das "The Thousand Islands" (Mil Ilhas), na junção do Lago Ontário e o Canal Rideau e o Rio São Lourenço, com atrações pelo itinerário como "Bellevue House" e "Old Fort Henry", que por muito tempo protegeu Kingston, cidade charmosa, com museus, cruzeiros, "shoppings", restaurantes e uma infinidade de eventos. O local é, realmente, um festival de flores das mais diferentes formas e tonalidades. Temperatura agradável, a primeira capital do Canadá transpira alegria por todos os lados.

Continuando a viagem através de paisagens maravilhosas alcançamos a Rockporton onde embarcamos em um pequeno vapor movido a rodas para um breve cruzeiro que nos conduziu margeando pequenas ilhas espalhadas pelos braços do Rio São Lourenço entre Kingston e Brockville. Esta região devido ao seu grande número de ilhas e ilhotas, também é conhecida como as Mil Ilhas "Thousand Islands". Algumas são grandes com casas e vivem em pequenas comunidades. Uma delas já teve até sua própria vida bancária.

Após o passeio, curtindo as belas paisagens, prosseguimos a viagem com destino a Ottawa, a capital cultural do país, escolhida, estrategicamente, como sede do governo para representar as duas culturas, a francesa e a inglesa, que na cidade convivem perfeita e harmoniosamente. Em Ottawa se pode falar o idioma inglês ou o francês, ambos fluentes para todos os habitantes.

Todas as placas de sinalização, folhetos ou menus de restaurantes estão escritos nos dois idiomas. Há belíssimos museus naturais e históricos, com grandes acervos de arte. Visitamos os belos edifícios góticos do Parlamento, incluindo a Câmara dos Deputados e os salões dessa magnífica construção, o Canal Rideau que é um encadeamento de lindos lagos, rios e um canal que atravessa sinuosamente 202 quilômetros de Kingston, até as cabeceiras do Lago Ontário alcançando Ottawa. O Rideau é um dos canais históricos do Canadá. Ele foi concebido para auxiliar durante a Guerra de 1812, como rota de transporte de suprimentos para Kingston e Grandes Lagos, porque a fronteira ao longo do Rio São Lourenço era vulnerável ao ataque. O Canal fornecia uma via segura através das águas para tropas e víveres de Montreal para alcançar os habitantes de Upper Canadá e o estratégico porto naval de Kingston.

Durante o inverno o Canal fica totalmente congelado e o uso de patins para o gelo, skates e trenós são os meios de transportes do local.

Fizemos uma caminhada de uns 20 minutos atravessando uma das pontes cobertas que ligam o Canal Rideau até o Museu da Civilização onde despendi algumas horas apreciando e aprendendo interessantíssimas coisas sobre as origens e a vida do povo canadense.

Visitamos a Cathedral-Basilica de Notre-Dame, atração imperdível, toda construída em madeira, a seguir , um giro pelo Old Market, muito florido e com uma variedade imensa de especiarias.

Visitamos a linda cidade de Hull, incluindo o Palácio do Congresso e muitas outras atrações como o Jacques Cartier Park, o Gatineau Park e o Lago Leami. Cidade gêmea e porção francesa de Ottawa, com sua importante marina coalhada de embarcações, e o seu soberbo cassino.

Ainda na Província de Ontário conhecemos Upper Canadá Village que é uma reconstituição perfeita de uma aldeia canadense do século XIX, com as vestimentas, falas, usos e costumes da época. É uma viagem no tempo, observando as duras condições de vida do início da colonização do Canadá. Foram gastos milhões de dólares para a construção da réplica da primitiva aldeia. As lojas e boutiques oferecem artigos daquela época sem deixar de oferecer dos tempos atuais. Almoçamos em Upper Canadá Village dentro das normas do século XIX.

Atravessamos Trois Riviers e entramos em Quebec a maior província do Canadá e capital da província do mesmo nome, conhecida como "Nova França". Seus habitantes orgulham-se em ostentar a cultura francesa e falar fluentemente o idioma. Localizada às margens do rio São Lourenço, a velha cidade de Quebec cercada de muros como Jerusalém e Roma, foi tombada pela UNESCO em 1895, por ser considerada Tesouro da Herança Mundial. A cidade oferece inesquecíveis panoramas. O Chateau de Frontenac, a Citadel: maior fortificação da América do Norte. Um passeio pela "Vieux Quebec", onde o passado permanece vivo na "Place D´Armes, coração da Velha Quebec. Caminhamos pelas ruas de paralelepípedos da cidade velha e a esplanada dos cafés ao longo da avenida "Grand Allée" fora da cidade murada, que é a versão quibecois da parisiense avenida Champs Elisées. Visitamos detalhadamente os "Plains de Abraham"- Campos de Abraão -, imenso parque que foi cenário da grande batalha entre franceses e ingleses. Entre suas principais atrações estão também seus museus, as boutiques, galerias de arte. É considerada a mais histórica e bela cidade do Canadá, a menos poluída, a primeira em qualidade de ar, a segunda, em número de leitos hospitalares e a quarta mais segura. A original "Kebec", dos ameríndios Inuits, era o "lugar em que as águas se estreitam" - ainda hoje reduzidas a dois canais quando encontram a Ilha Orleans.

Uma cidade duplex, com dois andares ligados por 200 degraus, ou por um teleférico que parte de Chateau de Frontenac - o castelo hotel onde estávamos hospedados, de uma classe, finura e beleza indescritíveis. Localização privilegiadíssima em todos os sentidos. Passar da cidade baixa para a alta a pé deve ser feito com cuidado, o calçamento é escorregadio. Não é atôa que os últimos degraus foram batizados de "casse-cou" (quebra pescoço). Na cidade alta ficavam a Fortaleza, Palácio do Governador, a Igreja e a Administração, além de várias moradias. E na cidade baixa, o Comércio, os Marinheiros e os sem destinos.

A cidade antiga a "Vieux Quebec", tem quase 400 anos e está a três horas de Montreal - uma metrópole como São Paulo ou Nova York. A cidade "Nova", distanciando-se do rio, não abandona o passado, com muitas esculturas e arquitetura moderna misturando-se às velhas casas com grandes chaminés e igrejas de granito dos séculos XVII e XVIII, junto a incontáveis monumentos e vários parques.

Fizemos a travessia de "ferry" pelo rio São Lourenço até Levis, de onde se tem a vista mais bonita de Quebec, visitamos também a ilha de Orleans num giro de 67 quilômetros, visualizando suas casas antigas e chácaras.

A "resistência francesa" na América do Norte mantém os faróis dos carros acesos mesmo nos dias em que a luz do sol fica ofuscante de tão brilhante. E seu lema nacional é uma frase na placa dos carros: "Je me suviens" - eu me lembro. Lembram-se de que? - Da resistência permanente ao domínio inglês e a invasora cultura americana, ou de que são "uma tribo" que ainda um dia poderá tornar-se uma nação independente do Canadá; de uma guerra perdida em 20 minutos em setembro de 1759; e que estão na fronteira entre o antigo mundo europeu e as Américas redescobertas.

Ao sairmos de Quebec ingressamos na Rota de São Lourenço, o famoso "Chemin du Roy, a mais antiga estrada do país, oriunda da época da colonização francesa. Sempre margeando o São Lourenço, vimos o "interior da França" no Canadá, cruzando lagos, rios, vales e vilas típicas onde se fala somente o idioma francês. Passamos pelos logradouros de Saint Jacques, Donnacona, Grandines, Batiscan, Champlain, típicos povoados da zona rural desta província. Visitamos a Cap-de-la-Madeleine - Santuário de Nossa Senhora do Cabo, localizado às margens do Rio São Lourenço. O Santuário e seus arredores oferecem um singular ambiente de paz. Os jardins, o histórico Pequeno Santuário e a moderna Basílica são lugares que convidam a parar e descansar em um clima espiritual. O pequeno Santuário foi inaugurado em 1720. É a mais antiga Igreja a manter seu estado primitivo.Tornou-se santuário em 1888. O anexo foi construído em 1973, usando as mesmas pedras que foram trazidas através da ponte de gelo sobre o São Lourenço em 1879. Dentro do pequeno santuário uma imagem de 1874 pode ser reverenciada. Em 22 de junho de 1888, conta-se que a mesma imagem abriu seus olhos diante de três testemunhas. É uma área imensa, coberta de irretocável gramado, árvores, jardins floridos, tudo muito tranqüilo onde se pode caminhar visitando os Monumentos do Rosário, a Fonte do Rosário, o Lago de Santa Maria, a Ponte do Rosário, a Via Sacra e a imponente e bela Basílica.

A árvore símbolo do Canadá é o maple (plátano), de seu tronco é extraído um líquido doce (seiva da árvore), do qual se faz o "Syrup" (xarope), e também o açúcar. Em meio a um bosque de plátanos, em uma típica cabana, próxima ao engenho onde é fabricado o "syrup", pirulitos, entre outros, tivemos o nosso almoço na "Chez Dany", onde saboreamos uma refeição nativa e caseira acompanhada por música típica da região: "La Bottine Sourrionte" (cavaquinho, acordeon e uns pauzinhos que os músicos e os visitantes também tocam e todos dançam animadamente. Fomos servidos segundo um "menu" em francês que constava de : Soupe aus pipacosois, Fêves au lard, Ragoût de boulettes, Jambon à l´érable, Oreille de crisse, Pain Maison, Betteraves marinnées, pomme de terre bouille, Crêpes au sirop d´érable, Tire sur la neige,The café. Após o almoço fizemos uma visita guiada à Casa de Açúcar, onde foi feita uma explanação e demonstração de como é produzido e preparado o "syrup" e o pirulito.

Continuando nossa viagem entramos em Montreal uma das maiores e mais encantadoras cidades de língua francesa do mundo com quase dois milhões de habitantes. Ficamos hospedados no Hotel Le Reine Elizabeth, um dos mais chiques da cidade. À noite, fomos conhecer as belezas da cidade toda iluminada atravessando a ponte que leva a Île de Notre-Dame com seu imponente e belo cassino.

Fiquei deslumbrada ao constatar que nos subterrâneos do hotel entra-se em uma outra cidade, pois 35% do espaço da cidade fica debaixo da terra, protegido do frio. São 29 quilômetros de shoppings, lojas, restaurantes e a mais movimentada estação de trens do Canadá. Fizemos um excelente passeio conhecendo a bela Notre-Dame, Parque Olímpico com sua estrutura futurista, construído para as Olimpíadas de 1976, o majestoso oratório de St. Joseph, ponto de peregrinações de fiéis da América. Do Monte Royal tivemos maravilhosa vista panorâmica de toda a cidade. Depois circulamos pelos bairros residenciais vendo o passado e o presente nas ruas e edificações da Montreal antiga. Visitamos o sofisticado comércio da Rua St. Catherine. Da aconchegante Montreal, via Canadian Airlines saímos da costa leste e entramos na costa oeste do Canadá a partir de Edmonton, a dinâmica capital da Província de Alberta.

Edmonton é uma combinação do novo com o tradicional, da cidade de negócios que divide o espaço harmoniosamente com grandes centros de lazer e entretenimento. Metrópole cosmopolita e rica, cresceu a partir de 1947, depois da descoberta de petróleo no território da província. Estão sediados na cidade os quartéis generais das maiores empresas exploradoras e refinadoras de petróleo do país. É a quinta maior cidade do Canadá, com 890.000 habitantes, além de ser uma das portas de entrada das Montanhas Rochosas.

À nossa chegada, fomos diretamente visitar o Fort Edmonton Park, um exemplo de história viva da colonização da região. Carruagens, bondes, locomotivas, juntamente com as réplicas das edificações, e pessoas vestidas com trajes da época atendem os visitantes, dando ao parque um clima de viagem no tempo.

Ficamos hospedados no Hotel Fantasiland, um cinco estrelas de grande estilo, localizado dentro do West Edmonton Mall, o maior shopping e complexo de lazer do mundo. Este hotel, único no seu estilo, oferece alojamentos em quartos que recriam temas variados, tais como: a Carruagem Vitoriana, o Quarto Polinésio, o Quarto Caminhão, o Quarto Ferroviário Canadense, o Quarto Esquimó, o Quarto Holywood e o Quarto Africano. Minha suíte estava na Carruagem Vitoriana. Um dia inteiro para conhecer as instalações do West Edmonton Mall é pouco. Precisa-se de pelo menos três dias. É um shopping center gigantesco, com mais de 800 lojas, incluindo sofisticadas "griffes" européias, que ocupa 48 quarteirões no lado oeste da cidade, num espaço equivalente a 104 campos de futebol, onde estão instalados: um enorme parque aquático, o "World Waterpark, um dos maiores "indoor" do mundo no seu gênero e contém uma piscina coberta com ondas artificiais, toboáguas, áreas de lazer, quadra de voleibol e banhos de relaxação.; o Europa Golf, um mini campo de golfe, um show de golfinhos, cassino e várias casas de show. Outras opções incluem o parque temático Galaxland, com 25 atrações, entre elas uma montanha-russa com 14 metros de altura, e o Ice Palace, cuja pista de patinação no gelo mede quase 60 metros de comprimento. O mais impressionante é que no shopping center há quatro submarinos de verdade, número maior que o da marinha do país, destinados a passeio de 35 minutos em um lago com profundidade de 6 metros, onde está também uma réplica em tamanho real do navio Santa Maria, de Cristóvão Colombo. Deixamos a inesquecível Edmonton rumo a Calgary, ponto de partida para as Montanhas Rochosas Canadenses e habitat, por excelência, do cowboy cosmopolita. É uma cidade deslumbrante, espraiada por colinas espetaculares que formam a base da cadeia montanhosa da província de Alberta. Pode-se sentir, por toda parte a afabilidade e a hospitalidade tão características do Oeste, especialmente no recinto do maior espetáculo do mundo ao ar livre - o Parque de Exposições e o Rodeio de Calgary. É uma cidade próspera. Começou a formar-se há pouco mais de cem anos, mas foi nos idos de 1960, com a descoberta do petróleo, que Calgary cresceu assustadoramente. E continua crescendo, desenvolvendo a atividade turística com muita competência. Os ônibus de turismo ficam ao sopé da cidade e se tem de fazer uma caminhada até o topo da mesma, mas vale a pena contemplar seus modernos arranhacéus e as instalações do Canadá Olympic Park ou Parque Olímpico construído para receber as olimpíadas de inverno de 1988, continua abrigando atividades de inverno. Uma visita à Torre de Calgary (Calgary Tower) e de seu restaurante giratório e do deck de observação, se tem uma vista espetacular da região - nos dias claros avista-se na linha do horizonte as Montanhas Rochosas. Interessante também, o estádio coberto "Saddle Dome", sede dos "Flames", o time de hóquei da cidade. Para as compras, os melhores locais são a Oitava Avenida ou a Stephenn Mall, duas ruas só para pedestres. Existem também excelentes shoppings e lojas de departamento, além de museus, um Jardim Zoológico, Jardins Botânicos e o Parque Pré-Histórico. O Real Museu Tyrell de Paleontologia, obra de reputação universal, exibe a maior coleção de espécimes de dinosáuros do mundo. Conta com excelentes hotéis e restaurantes, e sua proximidade das melhores estações de esqui das Montanhas Rochosas faz da cidade um excelente portão de entrada para os parques nacionais de Jasper e Banff. Calgary está na província do Canadá que não cobra imposto provincial sobre as compras, somente a taxa federal.

Continuando a viagem em direção às Rochosas, a grande cordilheira canadense que tem de tudo: vales, rios, picos, estação de esqui e glaciares. Visualizamos paisagens indescritíveis e inesquecíveis através de bosques e lagos no Parque Nacional de Banff, que é uma cidadezinha de rara beleza, encantadora, bela, encravada nas montanhas, identifica-se como um cartão postal. Parece mais uma cidade de brinquedo, situada entre altas muralhas naturais de rochas e penhascos, bem ao fundo do vale, é uma natureza pródiga em belezas naturais, algo deslumbrante e emocionante. A cidade possui expressivo comércio.

Dirigimo-nos ao Parque da Sulphur Mountain, situada no vale do rio Bow e fizemos um passeio de gôndola (uma espécie de teleférico), que nos levou ao topo da montanha num trajeto que durou mais ou menos 8 minutos (2.281 m. de altura). Fizemos uma parada em um restaurante redondo de onde já se tem uma prévia do magnífico visual ao redor, e daí em diante através de uma escadaria nas faldas da montanha, após longa subida, amortizada pela força do vento, chega-se à parte mais alta da montanha, de onde fica-se extasiado ao contemplar uma natureza fascinante. É algo fantástico, difícil de descrever. É uma natureza pura e indomável. Nessa noite, em vez de pernoitarmos em Banff fomos direto para a região de Kananaskis, a uns 40 quilômetros de Bannf, considerada o maior espaço recreativo ao ar livre da Província de Alberta. Pelo caminho encontramos renas passeando.

Famosa pelos seus campos de golfe, a região de Kananaskis oferece aos seus visitantes uma excelente rede hoteleira. Ficamos hospedados no Hotel Kananaskis, um confortável cinco estrelas encravado em plena mata. Pela manhã, desfrutando do ar puro e amenidades do lugar, visitamos a parte mais impressionante das Rochosas. Paz e tranqüilidade. O silêncio majestoso de uma montanha maravilhosa. Picos cobertos de neve e vales profundos, espetacular glaciares e a cristalinidade dos lagos. Eis em resumo o que se pode expressar em termos de tanta magnitude.

Seguimos pela Columbia Icefield Parkway, uma estrada que a cada quilômetro descortina paisagens magníficas, repleta de montanhas, lagos e geleiras. Admiramos a beleza dos famosos lagos: Bow Lake e Peyto Lake, de águas cor de esmeralda.

O Columbia Icefield é uma das maiores concentrações de neve e gelo abaixo do Círculo Ártico. Foi aí que através de uma empresa de transporte turístico realizamos um passeio na encosta da geleira Athabasca (Athabascan Glacier), uma verdadeira muralha de gelo que nunca derrete, a poucas centenas de metros da rodovia. A empresa "Brewster" que opera excursões com ônibus construídos especialmente para atravessar as geleira, os "snowcoaches" nos levou ao local. Caminhamos sobre a montanha de gelo. Nosso guia instruiu-nos que levássemos copos para bebermos a água pura do degelo que forma um riozinho pelo meio da geleira. A água é fonte de saúde e eterna juventude.

Encerramos o passeio com uma visita ao belíssimo "Lake Louise", que compõe juntamente com os picos nevados das montanhas, o mais famoso cartão postal da região, cuja altura máxima atinge 2.637 metros. Visitamos o imponente Chateau Lake Louise onde tivemos a oportunidade de desfrutar de um delicioso "happy hour".

Deixamos Kananaskis empreendendo a viagem de retorno a Calgary desfrutando mais uma vez de todas as belezas de nosso percurso. Chegada ao aeroporto de Calgary, check in, e embarque com destino a Vancouver, a Pérola do Pacífico. Chegamos a Vancouver às primeiras horas da tarde, com um pouco de chuva que logo passou. Fizemos um city tour por tão encantadora e moderna cidade, a maior da Província da Britsh Columbia. Vancouver é a "Cidade das Águas", com inúmeros lagos e fontes, circundada por lindas baías, altas montanhas cobertas de neve e verdejante floresta, está a alguns minutos do centro, com clima litorâneo, bem próxima do Oceano Pacífico. Passamos pelo Canadá Place, com seu característico edifício de velas brancas que inclui um Centro de Convenção, Hotel, e com seus terminais de navios em estilo futurista, além de área para recreação. Visitamos o verdejante Stanley Park com seus Totens coloridos, a apenas cinco minutos de centro da cidade. O Stanley Park fica à entrada da linda Lost Lagoon (Lagoa Perdida); O Bloedel Conservatory em Queen Elizabeth Park, (uma estrutura artificial, de ferro, em forma de duomo, com 300 variedades de plantas e flores exóticas e mais de 50 espécies de pássaros que vivem em clima controlado, seja de deserto, florestas chuvosas e condições tropicais. O Science World (Mundo da Ciência) com seu centro de Ciência, oferece muitas atividades interativas para as crianças; o Robson Square, centro cultural de grande atividade; a Arte Gallery, o Van Dusen Botanical Garden com 55 acres de plantas nativas e exóticas, o bairro da Chinatown, o segundo maior do mundo depois do de São Francisco, a estátua colorida de "Gassi Jack", pioneiro de Vancouver, o planetário e os museus de Antropologia e o de Vancouver; a Capilaano Bridge , a maior ponte suspensa do mundo, a Grouse Mountain com seu bondinho que deixa as pessoas no topo da mais popular montanha do Canadá, com pistas de esqui e a vista total da cidade, a sofisticada zona residencial de English Bay e suas atraentes praias, e West Vancouver de mansões milionárias. Pouco tempo para se vivenciar este local encantador. Rumamos para a Ilha de Vitória, capital da Britsh Columbia e que está aa 27,5 quilômetros da ilha de Vancouver, por ferry-boat. Fizemos a travessia através do fascinante estreito de Geórgia entrecortado por ilhas de grandes belezas naturais. Finalmente chegamos à graciosa cidade de Vitória, que com sua arquitetura vitoriana, seus ônibus de dois andares e seu magnífico Parlamento, é um pedaço vivo da Inglaterra no Canadá. Fizemos um maravilhoso passeio pela cidade, considerada por muitos como a mais britânica das cidades canadenses. Tomar o chá das cinco no Hotel Empress, um dos símbolos das tradições da cidade, é um hábito dos moradores locais e delícia e encantamento para os visitantes. Visitamos os esplendorosos Butchart Gardens, com os jardins mais belos da América do Norte e finalmente retornamos a Vancouver para no dia seguinte a bordo do luxuoso transatlântico Rhapsody of the Seas iniciarmos um cruzeiro ao Alaska pontilhado de emoções e momentos inesquecíveis.

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