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terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Confira entrevista com principais atores de "Lost"






30/01/2010 - 00:30 - Atualizado em 01/02/2010 - 19:21
Confira entrevista com principais atores de "Lost"
ÉPOCA esteve no Havaí e conversou com os atores que interpretam Locke, Sawyer, Ben, Kate e Desmond. A última temporada de Lost estreia no Brasil dia 9 de fevereiro
Por Denerval Ferraro Jr, de Honolulu

Lost, o seriado americano que revolucionou a narrativa televisiva, expandindo-a para além de sua mídia natural direto para dentro da cultura da internet, chegará ao fim nos próximos meses. A sexta, e última, temporada da série começa a ser exibida nos Estados Unidos na terça-feira (2) e uma semana depois, dia 9, chega ao Brasil no canal pago AXN. Já em setembro de 2004, quando Lost começou a ser exibido, sabia-se que a série terminaria na sexta temporada e a chegada inevitável do fim deve ser recompensadora para os fãs, que aguardam respostas para uma infinidade de enigmas acumulados em mais de cinco anos. A reportagem de ÉPOCA foi até o Havaí, onde a série é gravada, e conversou com alguns dos principais atores do elenco.


Josh Holloway, o Sawyer

ÉPOCA – Desde que começou a série, o que mudou em sua vida?
Josh Holloway - Tudo, inclusive na minha vida pessoal. Comprei minha primeira casa aqui, casei aqui, tive meu primeiro filho aqui. No nível profissional, nunca tive a oportunidade de fazer tantas coisas novas. Meu personagem acaba sendo cobaia de muitas coisas que os produtores inventam. Para mim, Sawyer é uma constante jornada de descobrimento.

ÉPOCA – Agora que você está bem famoso, como é enfrentar o cotidiano da fama?
Holloway – Aqui no Havaí é bem fácil, já que estamos longe da agitação do mundo das celebridades. A cultura insular é, na verdade, muito parecida com a cultura sulista, na qual eu cresci. As pessoas simples gostam de coisas simples, como ouvir música, sair juntas.

ÉPOCA – Como você se sente quando é apontado como um dos homens mais sexies da TV?
Holloway – Olha, a essa altura do campeonato é meio cômico. Tenho 40 anos, sou casado e minhas perspectivas da vida mudaram. Esse lance de ser o cara mais sexy só serve para eu provocar minha mulher e dizer "ta vendo?" (risos). Se eu tivesse 22 anos e fosse solteiro, provavelmente seria diferente. Mas acho bom que tenha acontecido agora, pois estou feliz e isso soa divertido. Só isso.

ÉPOCA – Existe uma rivalidade com Matthew Fox como na série, entre Sawyer e Jack?
Holloway – De modo algum. A gente é muito amigo. Somos ambos pais de família, nos damos bem. Artisticamente é uma benção trabalhar com Matthew, nossa química é boa. Aliás, é assim com todos os membros do elenco, cada um dá o melhor de si.

ÉPOCA – Qual é sua reação quando pega o roteiro do novo episódio e vê que vai ter outra cena sem camisa?
Holloway – Ah, eu atiro o roteiro na parede, escondo todos os biscoitos da casa e me enfurno na academia (risos). Sério, não é fácil manter esse tipo de aparência aos 40. Muito diferente de quando você tem 25 e dá conta de qualquer coisa. Agora leva mais tempo para entrar em forma, tenho de comer menos e me mexer mais. Porém isso é bom, faz com que eu me mantenha saudável.

ÉPOCA – A evolução da trama de Lost foi aquilo que você esperava?
Holloway – Não, na verdade superou! Eles me deixaram de queixo caído! Quando vim para o Havaí, eu e muitos do elenco mantivemos nossas coisas encaixotadas por um ano, achando que o seriado ia ser cancelado. Quanta coisa a mais você pode fazer numa ilha depois de brincar de O Senhor das Moscas? Mas me surpreendi com as camadas que a trama trazia. É fenomenal como eles mantêm o ar de novidade e permitem ao personagem evoluir, crescer, e não ficar batendo na mesma tecla.

ÉPOCA – Você ficou contente quando percebeu que Sawyer estava virando um cara bonzinho?
Holloway – Sim. Torcia para que ele não fosse muito ruim o tempo todo porque daí ele morreria. Meu desafio básico, como ator, foi fazer esse cara demonstrar um pouco de humanismo, até para garantir sua longevidade.

ÉPOCA – Como você enxerga o triângulo amoroso entre Sawyer,Jack e Kate?
Holloway – Os autores foram muito perspicazes em desenvolver isso de um modo natural, orgânico, como eu acho que realmente aconteceria na vida real. Estamos em uma ilha, tem uma gata e dois caras. É normal pensar "quem vai ficar com a garota?"(risos). Somos humanos, temos algumas necessidades básicas.

ÉPOCA – Qual seria o fim ideal da série para você?
Holloway – Que os sobreviventes tivessmos uma segunda chance. A ilha faz com que você encare seus demônios e aprenda. É crescer ou morrer. Gostaria que eles tivessem a chance de vive felizes para sempre. Mas vai saber? Provavelmente Sawyer vai morrer tentando salvar um sapo, ou algo assim (risos).

Michael Emerson, o Ben


ÉPOCA – O quanto é difícil viver um personagem tão ambíguo como Ben?
Michael Emerson – Eu adoro, pois justamente essa ambigüidade do personagem é o que fascina e irrita as pessoas ao mesmo tempo. Os autores foram muito espertos em manter isso durante tanto tempo, para as pessoas não saberem o que está acontecendo. Além disso, não sou muito manipulativo na vida real. Sou um péssimo mentiroso. É legal interpretar alguém que se dá bem com essas coisas. E que pode dizer as coisas mais revoltantes sem mexer um músculo da face.

ÉPOCA – Como é a reação dos fãs? Eles falam com você nas ruas?
Emerson – Sim, claro. E às vezes não é uma reação positiva. Numa mesma semana, dois casais atravessaram a rua em Waikiki só para me dizer que tinham parado de assistir a Lost por minha causa (risos). Eles não me suportavam. Eu adorei. Acho interessante ser enxergado dessa maneira. E acredito que o julgamento sobre meu personagem talvez nunca seja respondido.

ÉPOCA – Você acha que o fim de Lost deixará muita coisa no ar?
Emerson – Confio nos autores e acho que o final será satisfatório para os fãs. Porém, há muitas coisas no programa que ainda não têm resposta e não creio que eles tenham tempo pra explicar tudo. Achei que assim que assim que começássemos a gravar a sexta temporada, eu sacaria qual o caminho para o fim, mas já estamos no 10º episódio e as coisas estão mais obscuras do que na temporada passada. O final ideal seria uma solução que fizesse as pessoas voltarem a assistir as seis temporadas, com uma nova perspectiva.

ÉPOCA – Qual é o mistério que o deixa mais curioso.
Emerson – A fumaça preta! Houve um ponto em que achei ter descoberto o que era. Eu tinha até uma explicação científica! Mas depois do que houve na quinta temporada, vi que estava errado. Acho que é um lance mais supernatural do que científico.

ÉPOCA – O quanto da trama é passado para os atores antes de gravar?
Emerson – Muito pouco. Não temos uma reunião na qual, ensaiamos e fazemos. Não é assim. Fico feliz quando tenho um roteiro em minhas mãos antes de a câmera gravar. E nossa escala é muito fragmentada. Às vezes tenho dez cenas em um dia e depois fico duas semanas sem trabalhar. Fico por fora de muita coisa que acontece na trama. Já teve atores amigos meus que fizeram participações especiais na série e eu nem soube que estavam na ilha!

Evangeline Lilly, a Kate

ÉPOCA – Você torce para que seu personagem termine com Sawyer ou Jack?
Evangeline Lilly – A vida de Kate tornou-se tão complexa com o passar do tempo que tanto Sawyer quanto Jack ficaram em segundo plano. Fiquei grata aos roteiristas por terem feito isso, deu mais peso à personagem. Na terceira temporada, quando Kate ficou pulando de um para o outro, eu achei que a integridade e a redenção da personagem foi prejudicada. Seu eu fosse uma telespectadora, não ia gostar de Kate. Acho ótimo que Kate esteja focada em questões como dignidade, respeito próprio, coisas maiores do que uma paixão por um dos caras da ilha.

ÉPOCA – O que Lost mudou na sua vida?
Lilly – A série abriu muitas portas para mim, mudou minha vida. Cheguei na ilha como uma moleca de 24 anos. Hoje nem consigo mais ser assim, tenho 30 anos, os ossos já não deixam (risos). Hoje me sinto uma mulher e posso fazer o que quiser da minha vida.

ÉPOCA - Está ansiosa para sair do Havaí?
Lilly – Pois é. Eu fiz o caminho oposto do elenco. Quando cheguei todo mundo da série estava entusiasmado com a ilha, mas eu odiei. O Havaí era o oposto de minha terra natal, no Canadá, em termos de costumes, geografia, tudo. Aqui, você pode circular toda a ilha em três horas e acabou. Depois de seis anos me acostumei. Hoje todo mundo está louco para ir embora e eu estou curtindo essa coisa “aloha” (risos)

ÉPOCA – Como foi conviver com o elenco por seis anos?
Lilly – Não só o elenco como toda a equipe técnica é maravilhosa. Fiz muitos amigos. Agora, acontecia uma coisa estranha nessa série. Digamos que duas pessoas do elenco começavam a sair nas horas vagas. De repente, chegava o roteiro e os personagens dessas duas pessoas se aproximavam na série pela primeira vez. Era muito bizarro. Achei que eles estavam nos espionando (risos)! Mas acho que era algo orgânico, do quanto nos transformamos nesses personagens e eles em nós.

ÉPOCA – Há uma boa dose de ação física em Lost. O que faz para manter a boa forma?
Lilly – Fazer Lost é já uma boa maneira de ficar em forma (risos). Nas primeiras temporadas eu nem notei muito isso, pois sempre malhei muito pesado. Por conseqüência, na hora de gravar o esforço físico era como passear no parque. Mas no fim da terceira temporada, fiz um filme e o diretor me pediu para parar de malhar três meses antes de filmar. Ele não queria que a personagem tivesse músculos definidos visíveis. Eu tinha passado dez anos sendo atlética e achei que não ia rolar, mas aceitei. E confesso que nunca mais consegui malhar pesado (risos). Gostei de me sentir mais macia, mais feminina, suave. Desde então, quando vou gravar Lost é que percebo o quanto é pesado.

Henry Ian Cusick, o Desmond

ÉPOCA – Está curioso para saber o final?
Henry Ian Cusick – Muito! Já gravamos 10 dos 18 episódios, e ainda não tenho noção do que seja o final. Nem descobri o que é essa ilha, afinal. Só não acredito que seja um final do tipo “viveram felizes para sempre”.

ÉPOCA – Você fica ansioso quando recebe o roteiro?
Cusick – Muito. É sempre uma surpresa. Quando ponho as mãos no roteiro de um novo episódio, a primeira coisa que faço é ver se meu personagem não vai morrer naquele capítulo (risos).

ÉPOCA – Quando terminar a série, pretende ir embora do Havaí?
Cusick – Não, quero ficar aqui com minha mulher e meus três filhos. Minha vida mudou totalmente desde que me mudei pra cá. Aqui é um lugar lindo pra se viver, meus filhos gostam da escola, há praia, tempo bom, muita coisa para se fazer. Enquanto não for contratado para outro papel, fico por aqui.

ÉPOCA – Você nasceu no Peru?
Cusick – Sim, nasci em Trujillo e fui criado em Trinidad e na Escócia. Minha mãe é peruana e meu pai, escocês. Eu falo um pouco de espanhol, mas não anda tão bom como devia (risos).

ÉPOCA – Soube que você é fã de futebol.
Cusick – Sim, adoro. Eu jogava com o Rodrigo Santoro, quando ele trabalhou na série. No começo não íamos deixa-lo entrar no time por ele ser brasileiro e, portanto, jogar muito bem (risos). Mas daí dei um jeito e ele batia bola comigo e outros sul-americanos e mexicanos da equipe. Até o Josh (Holloway (o Sawyer da série) jogou uma partida com a gente.

ÉPOCA – Você assiste muito à TV?
Cusick – É engraçado, tenho TV mas não vejo televisão, só assisto a DVDs. Na Inglaterra tem essa cultura de assistir TV o tempo todo. Os garotos chegam da escola e já ligam a TV. Eu não queria que fosse assim aqui. O Havaí tem a praia, o sol, uma clima ótimo, para quê TV? Depois de dois meses meus filhos acostumaram.

ÉPOCA – Vocês não vêem nem Lost?
Cusick – Claro que sim, aliás, assisto a Lost sempre junto da minha família. E meus filhos me criticam o tempo todo! (risos)



















Confira abaixo e nas próximas páginas as entrevistas com Terry O'Quinn (John Locke), Josh Holloway (Sawyer), Michael Emerson (Ben), Evangeline Lilly (Kate), e Henry Ian Cusick (Desmond).
Terry O’Quinn, o John Locke

ÉPOCA – Você ficou feliz com o destino de seu personagem?
Terry O’Quinn – Bem, foi uma jornada e tanto para John Locke. E aparentemente terminou (risos). Se eu fosse um espectador comum, eu diria que John Locke morreu e pensaria “que decepção para ele”. Eu o vejo como um personagem trágico, um homem difícil de gostar. Ele achou que tinha a chance de ser alguém, respeitado, amado, ter mudado algo. No fim parece que não conseguiu isso. Aquele que está lá não é mais Locke.

ÉPOCA – Como você faz para viver um papel se saber exatamente quem você é?
O’Quinn – Não me preocupo muito. Apenas leio o roteiro e imagino o que esse personagem quer fazer. Nunca me disseram que não era mais John Locke, passei a quinta temporada sem saber. No primeiro ou segundo episódio avisei que ia interpretar Locke como ele sempre foi, porém indestrutível, mais confiante e ousado. Aparentemente, ele agora é um indivíduo mais perigoso. Eu ando como Locke, falo como ele, mas não sou exatamente o mesmo. Este é mais malvado (risos). Ele tem outras coisas em mente.

ÉPOCA – Você tem sua teoria pessoal? Imagina como será o fim?
O’Quinn – Não tenho. Para mim não faz a mínima diferença, como ator. Não sei como termina, mas acredito que para os fãs será satisfatório. Vamos fechar o livro. Eu confio nos produtores. Eles têm muita coisa para explicar aos fãs, mas têm feito um bom trabalho nos últimos cinco anos.

ÉPOCA – Você já discordou de algo que Locke tenha feito?
O’Quinn – Claro, às vezes eu questiono as atitudes do personagem. Como na ocasião em que atirei uma faca nas costas de uma mulher e logo depois fui incapaz de deter Jack numa cena... Poderia ter dado um tiro no seu joelho ou algo assim. Quando levantei essa questão, os autores basicamente me disseram “você está recebendo seu salário direitinho, não é?” (risos). Eles me colocaram no meu lugar e aprendi uma lição: a decisão não é minha. Eu não sei o que vem pela frente. Tenho de confiar nesses caras e saber que haverá chão na hora em que eu der um passo adiante. Até hoje houve.

ÉPOCA – A série foi criticada por ter demorou demais para resolver alguns mistérios. O que pensa disso?
O’Quinn – Creio que foi frustrante para muita gente. Especialmente para as pessoas que queriam as respostas de imediato, as que não querem esperar. É o sujeito que compra um livro e no meio da história não se agüenta e lê o final, daí sossega. Eu acho que o telespectador de Lost tem de ter prazer com o processo. Essas são as pessoas que ficaram conosco. Nem eles gostariam de ter os mistérios revelados antes da hora.

ÉPOCA – O que você aprendeu com a série?
O’Quinn – Hoje acho que existe gente que realmente me ouve, mais do que havia antes. Esse é o melhor emprego que eu já tive. Em geral, bons trabalhos assim duram uma semana, talvez um mês. Esse durou seis anos. Estou fazendo tudo que posso para que essa fase continue. Tenho um projeto de uma série com Michael Emerson, estou procurando um produtor que se interesse. Sinto-me como John Locke. Eu vim para essa ilha e de repente ganhei poder. E quero manter esse pique. Não quero voltar para uma “cadeira de rodas” na minha carreira.

ÉPOCA – Como é morar no Havaí?
O’Quinn – Morar e trabalhar aqui é maravilhoso. Não surfo, mas jogo golfe, nado, ando na praia. Nunca estive tão saudável. Com minha idade, me sinto em forma. Mas se eu tivesse de morar aqui para sempre, sem trabalho, enlouqueceria.

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