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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Facundo Guerra, um dos sócios do Lions, fala do novo clube-sensação de São Paulo

Cultura / noite - 21/01/2010
Facundo Guerra, um dos sócios do Lions, fala do novo clube-sensação de São Paulo
A casa só abre as portas oficialmente em fevereiro, depois do carnaval. Com uma casta de membros escolhidos a dedo, o lugar pretende ser “o clube mais bonito do Brasil”
Por Letícia González

É nesta terça-feira. Os concorridos convites da festa pós-desfile da Ellus vão mostrar o que todos querem ver em São Paulo: o interior do Lions Night Club, o clube que vem causando alvoroço muito antes de sua abertura. Uma varanda com vista espetacular para o centro de São Paulo, lustres holandeses da década de 40 e um painel de azulejos da modernista Anita Malfatti vão fazer jogo com uma pista iluminada em três dimensões. Sobre esta última, melhor não tentar imaginar. “Só vendo”, explica Facundo Guerra, um dos sócios do local.

Facundo fechou parceria no projeto com o produtor de eventos Cacá Ribeiro e o proprietário do Clash Club Augusto de Arruda Botelho. Juntos, querem comandar um ponto de encontro para as pessoas mais bacanas da cidade, que terão acesso livre e mordomias.

Conversamos com Facundo sobre o funcionamento desse “clube de cavalheiros reloaded" e sua pretensão modesta: ser uma das melhores casas noturnas do mundo.

Confira:

Marie Claire Online – O Lions vai ser um clube de sócios. Como isso vai funcionar?
Facundo Guerra – A noite de São Paulo sempre teve VIPs, e esses VIPS eram escolhidos pela hostess, era um critério meio aleatório. Então o que a gente fez foi institucionalizar o VIP de porta de boate. Transformamos aquelas pessoas que queremos ver dentro do clube em membros. Eles vão ter uma série de regalias: não vão pagar para entrar, vão ter caixas exclusivos. E cada membro vai poder chamar quatro pessoas por mês para frequentar o clube com ele.

MC - Como a pessoa vai se tornar um membro?
FG - O critério é meritocrático. Cada um dos sócios vai escolher entre 250 e 300 pessoas em São Paulo, de núcleos diferentes, de noite, moda, cultura, arte, rock, música eletrônica. A pessoa vai ter um cartão VIP e um cartão de consumo.

MC - Ela vai pagar uma mensalidade?
FG - Não, não paga. Em todo clube de membros montado até hoje no mundo, o sócio paga uma anuidade. O que isso acarreta é que esse critério econômico traz as pessoas mais... ricas. E a gente não quer isso. A gente quer as pessoas mais legais de São Paulo.

MC - Que tipo de música vamos ouvir no Lions?
FG - A gente vai lançar um desafio a todos os DJs que vão tocar aqui. Por exemplo: um DJ que é reconhecido por tocar rock não vai tocar rock, vai tocar blues e jazz, correntes afins do rock, entendeu? Para subverter. Um DJ que toca house, aqui vai tocar tecno. É só o lado B do case deles. Um DJ que toca hip hop vai tocar música negra, mas disco e funk (não o carioca).

MC – Então além dessa proposta de mostrar o lado B dos DJs, o estilo da casa vai ser eclético, não?
FG - É, a configuração vai ser parecida com a do Vegas. Cada dia da semana a gente tem um recorte de música underground. Vai ter uma noite pra música negra, outra pra rock, eletrônico e uma noite pra festas que são menos preocupadas com a música e mais com a festa em si. Mas todas elas com sinal invertido.

MC – Qual a inspiração do Lions?
FG - O que estamos querendo fazer é recuperar a ideia de clube de cavalheiros, por isso o lugar se chama Lions. O Lions Club foi criado nos anos 1910 do século passado. Então, cem anos depois, estamos olhando para aquela ideia e trazendo ela sem apelar pra art nouveau, art déco, pop, anos 70. É um clube clássico, atemporal, como nunca São Paulo viu antes.

MC - O que prevalece no local?
FG - São três ambientes bem demarcados, tudo num andar só. Tem um lounge, uma pista de dança e uma varanda. É a vista mais bonita do centro de São Paulo que eu já vi: dá pra ver a Catedral da Sé, a Igreja das Almas, o Banespa, a 23 de maio.

MC - Quem assina o projeto?
FG - Quem faz o projeto de decoração é o Fabrizio Rollo, da Vogue, e o projeto arquitetônico é do Marcos Paulo Caldeira. A gente preserva muito a arquitetura local. Esse lugar foi um clube de cavalheiros na década de 50. Quando chegamos aqui, vimos que tinha um painel de azulejos da Anita Malfatti, chão de taco, uns lustres holandeses da década de 40. Seguimos na ideia de continuar preservando os lugares legais de São Paulo.

MC - Vocês já sabiam que o painel da Anita Malfatti estava ali?
FG - A gente tinha essa desconfiança porque o arquiteto do prédio era Malfatti. Estamos entrando em contato com o Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico) para eles atestarem que é da Anita mesmo, mas as chances são muito altas.

MC - O que te impressionou mais das coisas que foram ficando prontas?
FG – A pista de dança. A iluminação dela é inédita no mundo, em 3D. A gente conseguiu usar um truque ótico que se usava no século 19, criado com espelhos. Você entra no lugar e as formas que são projetadas ficam em três dimensões, sem precisar usar óculos. Não dá pra imaginar, só vendo mesmo. O Lions é um lugar que, só de entrar, já dá pra se sentir de banho tomado e rico, sabe? Vai ser com certeza o clube mais bonito do Brasil.

A Lions fica na avenida Brigadeiro Luis Antônio, 277, 1º andar - São Paulo.

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