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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Quando um encontro desastroso termina numa linda história de amor – ou num bom causo para a mesa de bar



Revista Marie Claire

Mayra Stachuk / Relacionamento - 26/01/2010
Quando um encontro desastroso termina numa linda história de amor – ou num bom causo para a mesa de bar
Por Mayra Stachuk

Está para ser lançado nos Estados Unidos, em abril, um novo livro sobre relacionamentos que despertou minha curiosidade. Não é nenhum ensaio sobre novas teorias amorosas nem um guia de auto-ajuda para quem procura sua cara metade. Melhor que isso. É uma reunião de histórias reais de encontros que acabaram em tragédia –não no sentido literal, mas no sentido cômico. Histórias daquelas que todo mundo tem para contar e que fazem o maior sucesso em qualquer roda de amigas (ou amigos). Escrito pela jornalista americana Virginia Vitzhum, My Blind Date Went Blind (Meu encontro às escuras acabou no escuro, na tradução literal), autora também do livro reúne mais de 50 histórias reais de encontros que deram errado. Muito errado! Mas algumas também com final feliz, como essa abaixo:



“Após um tempo sozinha, eu decidi ir a um evento para solteiros no centro judaico de Long Island, onde morava. Logo que cheguei, um homem bonito, de olhos tristes, que se apresentou e veio puxar papo sobre meu sotaque. Expliquei que havia sido criada em Israel e assim começamos uma conversa agradável. Ele parecia meio distraído, ás vezes, mas era simpático. De repente percebi uma se aproximando. Ela parou a dez passos de distância e ficou nos encarando. David notou que eu estava incomodada, pediu licença e foi falar com ela. Eles conversaram baixo, mas pareciam ríspidos um com o outro. A mulher foi para o hall e ele voltou para mim, com uma expressão meio defensiva. “Bem, acho que vou ter que te explicar minha situação. Sou praticamente divorciado, só faltam alguns pingos nos is para nos separarmos de vez, mas ainda estou procurando um lugar para morar. Aquela mulher que estava atrás de mim é minha ex-mulher e, no momento, eu moro do porão de nossa casa, quer dizer, da casa dela. O que mais posso dizer? Vim para esse evento porque nosso casamento já acabou há muito tempo. Espero que você ainda queira me ver de novo”, disse ele.

“Vocês estão juntos num evento de encontros para solteiros?”, perguntei, ainda em choque. Ele riu. “É estranho, eu sei. Mas o carro dela está no conserto e agora ela depende da minha carona para tudo. Quando eu disse que estava vindo pra cá ela disse ‘Bem, se você pode ir atrás de alguém eu também posso!’”, explicou. “Quem terminou o casamento?” “Ela pediu o divórcio, mas foi mútuo.”

Ok, decidi aceitar e disse que o veria de novo. E ele ligou logo no dia seguinte, às 9h da manhã, e me convidou para um festival Israelita-americano num parque. Saí correndo do trabalho para tomar um banho e me arrumar. Quando o carro dele parou em frente de casa, pude ver a ex-mulher, Barbara, sair do banco do passageiro e ir para o banco de trás do carro, deixando a porta da frente aberta para mim. David veio ao meu encontro: “Desculpe. Havíamos falado de vir ao festival antes de eu te conhecer. Eu implorei para ela não vir, mas não adiantou. Foi ela quem me falou desse evento, então não tive como me livrar. Tudo bem por você?” Claro que não, mas o que eu ia fazer àquela altura?

O caminho até o parque foi constrangedor. David tentava amenizar puxando papo sobre o tempo, mas os 25 minutos pareceram horas. Assim que chegamos, David e a ex-mulher foram para o porta-malas pegar cobertores para sentarmos no gramado. Eles mantinham uma distância física entre eles, mas a intimidade ficava evidente pelos gestos. Sentamos sobre o cobertor, David no meio. Duas músicas depois, Barbara diz em voz alta: “Não era o que eu estava esperando. David, me leve para a casa de Judy.” Ele me olhou: “A casa da amiga dela é aqui perto, eu volto logo, ok?” De repente me vi no meio de um parque que eu nem sabia exatamente onde ficava, sem carro, sozinha e sem ter certeza, ao menos, se o cara ia voltar ou não.

David voltou. Com um delicioso jantar e uma bela garrafa de vinho. A música estava ótima e nós passamos a noite toda conversando, deitados vendo estrelas. Não tocamos no assunto Barbara nem uma vez. Apenas fingimos não ver aquele enorme elefante branco na sala.

Já de madrugada, no entanto, tivemos que pegá-la na casa da amiga. Voltamos os três em silêncio. Quando chegamos na minha casa, eu e Davis não pudemos nem nos beijar, mas ele apertou firme as minhas mãos. Assim que eu saí do carro Barbara pulou para o banco da frente. Senti aquele toque e pensei nele a noite toda. Nossos filhos adoram essa história. E sempre perguntam: “e depois de tudo isso você ainda casou com ele!?” Até Barbara ri disso hoje.”

Inspirou? Se você tem alguma história engraçada - mesmo que não tenha o ‘foram felizes para sempre’ - mande pra gente!

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